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February 25 Onde está Abril?
Onde se inicia a pornografia e o erótico?
Como em Portugal existem, algumas mentalidades perversas que nos nus da arte vêem pornografia, aqui fica uma pequena, mas útil lição sobre a arte.
Nos museus esatsa obras estão expostas sem qualquer interdição a menores.
No entanto a Photobucket censurou a imagem: ou seja os puritanos estão por todo o lado.
Nem o facto da apreensão ter sido feita em Braga – a Cidade dos Arcebispos ou o excessivo zelo (?) da PSP desculpam estes actos sensórios.
Para uns e para outros aqui fica uma pequena aula de arte erótica.
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Qual destas duas obras de arte seria candidata a ser censurada?
Nos últimos dias temos assistido a algumas acções pidescas de censura. Pensávamos ser impossível de acontecer neste Portugal de Abril. Talvez por ser carnaval, alguém anda com a cabeça cheia de “fitas” e como se nada mais importante houvesse para tratar, vai daí e toma estas atitudes, elas mesmas censuráveis pelo simples facto das desculpas apresentadas serem pobres e esfarrapadas. Se para o cortejo do carnaval a acção resultou em publicidade gratuita e a fazer fé nas notícias teve o condão de despertar o interesse do público, já nos livros apreendidos o resultado segundo o responsável da editora acarretará prejuízo.
Afinal a justiça é rápida mas, não para tudo.
Pelo facto de estes factos serem praticados em Portugal de Abril fica aqui lavrada a condenação do Ministro responsável pela tutela.
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"O mundo é um lugar perigoso de se viver, não por causa daqueles que fazem o mal, mas sim por causa daqueles que observam e deixam o mal acontecer." (Albert Einstein)
February 20 Na Cidade dos tuneis
Alzira Fernandes, António Braga e os seus dois filhos passam actualmente por uma situação desesperante. A família tem a renda da casa atrasada, vive sem luz, a água que usam é da chuva e tem de ir aos campos apanhar alguma coisa para conseguir fazer uma sopa. António, o único trabalhador do agregado familiar, está de baixa e os rendimentos escasseiam. O casal solicitou o Rendimento Social de Inserção, mas só teve direito a 27 euros mensais. Sem dinheiro, o casal já passa fome.
Apetece perguntar. Como é possível isto acontecer em Espinho? Terra que na boca do seu timoneiro é a mais bela do mundo? Como pode isto acontecer, numa terra em que se gastaram nos últimos quatro anos centenas de milhares de euros em passeios ao Brasil. Onde se gastam milhares de euros com jantares, para um determinado segmento da população, que até nem é a mais carenciada.
Hoje assistimos a tomada de posição em apoio aos seus munícipes de dezenas de autarcas, e em Espinho, para além de algumas famílias, - vou deixar quem ler estas palavras tente adivinhar -, que beneficiam de apoio porque residem numa área em que os votos “chovem, nada mais se faz. E porquê?
Porque esta é uma situação escandalosa aqui fica o reparo e a condenação que pelos factos acima expostos.
February 15 Aos caloteirosO Estado pode publicar a sua “carteira” de devedores, mas ele o Estado não publica a quem deve.
De que tem medo este Estado. Afinal qual é a democracia em que vivemos? Para que serve a constituição? Para “inglês ver”?
Bem isto a propósito das milhares de dividas patronais, a trabalhadores que se arrastam pelos tribunais durante décadas, sem que até hoje tenha havido alguém, que altere esta pouca-vergonha, pois é uma vergonha para um país do “Magalhães” uma vergonha. Pobre daqueles que tem a pouca sorte de se chamarem Magalhães.
Os trabalhadores são sempre as vitimas finais, de uma série de entidades patronais que lhes comeu a carne e ainda se dão ao luxo de recorrer para tudo quanto é sitio, aproveitando as entre linhas que o legislador deixa nas leis. Será que quem elabora as leis não as lê? Pelos visto assim é.
Vai sendo tempo, desta vil maneira de tratar quem trabalha e vê os seus direitos empatados nas secretarias dos tribunais acabar. Os tempos que se avizinham vão aumentar esta situação, disso ninguém tenha a menor duvida. Cabe aqui ao actual governo a responsabilidade de travar esta situação.
E o que dizer dos cheques carecas, praga que foi despenalizada, pelo actual executivo – porquê? -, permitindo assim a alguns viverem a “grande e à francesa” à custa da miséria dos outros.
Haja moral. A Justiça por culpa não sabemos de quem, – ou talvez não –, em Portugal anda a passo de caracol, e é com esta situação de quase impunidade se não mesmo de impunidade que o País fica bloqueado.
Perante a situação actual o estado deveria congelar todos os bens dos que hoje e ontem passam cheques carecas, fecham empresas do dia para a noite, e investigar, contas bancárias e compras e vendas desses senhores nos últimos 5 a 7 anos. Se apresentassem sinais exteriores de riqueza, teriam de responder com os bens adquiridos, e ou vendidos a familiares ou doados. É dura a ideia. É impraticável, digam o que disserem, se não for esta a medida mais prática encontrem outra, mas rapidamente.
February 13 É bom lembrar
A crise. Mas que crise? A dos ricos? A dos pobres? A dos desempregados? Dos empregos? Afinal quem originou esta crise? Por acaso não foi o grande capital? Então porque não são eles a paga-la, afinal eles é que retiram e retiram os seus dividendos.
Neste “arrastão” temos um primeiro que é um luxo de pensador. Reparem nas suas medidas para combater a crise (?). Dá milhões aos bancos. Dá milhões para formação profissional nas empresas (onde é que eu já vi isto), os resultados esses… Cursos de formação a jovens a quem facilitou a vida por todas as formas no ensino. Ensino isso é que era bom. Mas, hoje existe ensino, ou bem pelo contrário existe diversão. Pelo que conheço é mais diversão.
Crise disse ele: mas os salários dos administradores das empresas públicas não foram reduzidos uns míseros cêntimos. As reformas e outras benesses da classe politica, quer no activo, ou os “reformados” também não sofreu qualquer corte. E porquê? A crise é uma treta que o capitalismo inventou para como dizia há dias um politico cá da praça”arrear na esquerda” entenda-se esquerda aqui quem trabalha.
Então a condenação e sumária. *****
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