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日志


9月22日

Palavras para quê?

 

 

                                                                                                                       

 

Palavras para quê? O Governo PS, de esquerda, que governou Portugal de 2005 a 2009 conseguiu baixar todos os indicadores do país. O país tem agora menos crescimento económico, menos desenvolvimento, mais despesa pública, mais dívida externa, mais desemprego, mais insegurança, etc.

Desde que tomou posse em 2005 o pais mergulhou rapidamente numa profunda crise económica e social, não confundir com crise internacional que é outra crise que pouco nos atingiu. A moral das pessoas baixou drasticamente, o desemprego atingiu milhares de jovens. Este governo PS de Sócrates maltratou os professores e os agricultores, quis acabar com vários serviços de urgência sem oferecer alternativas. Tendo como expoente máximo alem do mentiroso José Sócrates (que de Engenheiro nada tem) Manuel Pinho (o tal que faz corninhos na assembleia da república), Mário Lino (aquele que disse que o aeroporto "Jamais" seria construído em Alcochete, local onde vai mesmo ser construído), Maria de Lurdes Rodrigues (sendo ministra da educação conseguiu ter 90% dos professores contra ela) e Teixeira dos Santos (o tal que disse que a crise era um cenário improvável e que todos os bancos estavam seguros). Não esquecer as centenas de agricultores que estão perto de atingir o colapso, a insegurança que se agravou brutalmente em 4 anos e meio, os processos nos tribunais que se acumulam cada vez mais (processo casa pia dura há quantos anos?), etc, etc.

 

Recentemente, foi afastada da Informação da TVI, a jornalista Manuela Moura Guedes. A explicação dada pela PRISA...e não só, não convence ninguém idóneo e minimamente inteligente. Esta foi uma decisão hipócrita, cobarde, ridícula, estúpida e sobretudo ilegal. E, a confirmar-se que tenha vindo de Madrid, foi uma indecente ingerência nos assuntos internos de outro país. Exactamente como a Dra. Manuela Ferreira Leite disse, Espanha não é uma província de Portugal.
 O que foi feito, isso sim, foi terem afastado uma jornalista que começava era incómoda demais para esse tal Sócrates (e não só), por provavelmente relatar verdades e desmascarar eventuais casos de corrupção. Ou alguém sem preconceitos ideológicos, ousa pôr em causa a polícia inglesa, ou tudo o que foi relatado pela Dra. Manuela Moura Guedes, aquando das notícias por ela divulgadas?

A questão é tão somente esta: é ou não é culpado o Sr. Sócrates do que o acusam? Há ou não suspeitas de ter recebido "luvas", no caso Freeport? Porque a havê-las, a Justiça terá de se pronunciar e sem sofrer qualquer coacção que pudesse emanar por exemplo, dos meandros governamentais.  E, se s concluir que há matéria-crime para se avançar para julgamento, que se avance. Que este senhor Sócrates seja traduzido em tribunal!  Afinal de contas, ele não é mais do que qualquer outro cidadão nacional. Ele é Primeiro-ministro. Ponto! E no que concerne a justiça, esta deverá e terá de ser igual para todos. Ou será necessário fazer apelo a tribunais estrangeiros? Aqui, a balança terá de ter o fiel bem afinadinho e a venda nos olhos muito bem colocada, para que não queira o Diabo, que apareça uma mãozinha sorrateiramente a retirá-la. No entanto, não deixa de ser estranho...muito estranho mesmo, que já tenham sido constituídos vários arguidos neste tal caso do Freeport,  ao que consta, praticamente aqueles sobre quem recaía desconfianças e que o Sr. Sócrates ainda o não tenha sido, pese o facto de haver tantas acusações e com provas (segundo consta!)  contra ele. Mas afinal, o que é que se passa? Há ou não há isenção de influências de altas esferas? E a compra da casa de Sócrates declarando um valor mais baixo para fugir aos impostos? E a obtenção da licenciatura de Sócrates (que de Engenheiro nada tem) a um Domingo à tarde?

Caramba, já estamos fartos! É outro caso enguiçado de "pedofilia". Nem o pai morre, nem a gente almoça! Parece que todos têm medo de todos e em certas instituições soberanas e não só, até dão a ideia de se comportarem como os nazis. Aniquilam-se uns aos outros. Parece absolutamente proibido que alguém levante uma voz, sem levar uma traulitada na cabeça, para em seguida ser abafado e marginalizado.  

Resta-nos um consolo: a liberdade de pensamento (não de expressão!). Sei o que eu e milhões de Portugueses pensam, mas não digo nada. Auto-amordaço-me, porque senão sou logo inculpado de difamação e constituído arguido, que é a palavra-mania que prima estes últimos tempos em Portugal. Todos à bulha! São modas...!
Este governo PS é constitui uma banda de desavergonhados e facciosos. Uma banda de "rigolos" governamentais. É um gozo, só de pensar no idiota do "Jamais". No ministro que disse que a crise tinha acabado há dois anos atrás e que faz “corninhos” na assembleia demitindo-se de seguida. Na ministra que consegue ter a quase totalidade da classe de professores contra ela, no ministro que se lembrou de fechar com uma dúzia de serviços de urgências, ou no ministro que se esqueceu dos agricultores, sendo ele ministro da agricultura.

Esperemos que nestas próximas eleições, saibamos votar conscientemente, para que se acabe de uma vez por todas, com este clima de mal-estar, de insegurança, de suspeição, de tráfico (e...tráfego) de influências e sobretudo de corrupção.

 

UM PAÍS NESTAS CONDIÇÕES, NÃO AVANÇA.

 

FORA COM ESTE GOVERNO PS, FORA COM SOCRATES PARA SEMPRE.

 

Palavras para quê?